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Debate reforça a importância do audiovisual indígena para o cinema brasileiro

Debate reforça a importância do audiovisual indígena para o cinema brasileiro

09/12/2021 Divulgação

Painel do MAX – Minas Gerais Audiovisual Expo 2021 destaca o potencial que a produção indígena tem para a narrativa e o mercado cinematográfico do país.

Debate reforça a importância do audiovisual indígena para o cinema brasileiro

O crescimento das produções audiovisuais indígenas, a importância da formação de cineastas índios e a inserção no mercado cinematográfico de maneira mais ampla. Esses foram alguns dos assuntos debatidos nesta quarta-feira (8/12), no painel “O fortalecimento do audiovisual indígena: a voz pelas imagens e difusão às histórias locais”, realizado durante o MAX – Minas Gerais Audiovisual Expo 2021.

Mediado pelo cineasta da Indiana Produções, Marco Altberg, o painel contou com a participação do diretor do Coletivo Kuikuro de Cinema, Takumã Kuikuro, da cineasta do Coletivo Audiovisual Munduruku Daje Kapap Eypi, Beka Munduruku, e do cineasta da Buriti Filmes, Luiz Bolognesi. Além de discutir e valorizar o papel do audiovisual na luta dos povos originários pela conservação dos seus costumes e pela preservação das florestas, o debate destacou o potencial que a produção indígena pode ter para a narrativa e para o mercado cinematográfico brasileiro.

Segundo o cineasta Luiz Bolognesi, o cinema indígena tem um modo de produção mais coletivo, uma visão holística e uma inventividade que podem contribuir muito para a renovação do audiovisual brasileiro nos próximos anos. “Hoje, há uma quantidade enorme de coletivos indígenas produzindo filmes, com muitas produções significativas. Acredito que o próximo passo seria os curadores dos festivais e premiações os colocarem competindo lado a lado com outras produções e não em uma categoria específica”, salientou.

Para o diretor Takumã Kuikuro, o audiovisual é uma ferramenta de luta e de resistência dos povos originários. Todavia, ele questiona sobre onde se quer chegar com o cinema feito pelos indígenas. “Nós queremos circular os vídeos entre os povos indígenas e também participar do mercado brasileiro de maneira ampla, não só em mostras etnográficas. Gostaríamos de participar em festivais e mostras competitivas importantes como Gramado e Brasília e de ter filmes em cartaz na Netflix e Globoplay. Queremos atingir todos os públicos”, afirmou.

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Fonte: Sebrae Minas



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