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Síndrome do Impostor: será que sou uma fraude?

Síndrome do Impostor: será que sou uma fraude?

24/08/2022 William Sanches

Doença é caracterizada por pessoas que têm tendência à autossabotagem.

Síndrome do Impostor: será que sou uma fraude?

Se você se sente incomodado toda vez que recebe um elogio, deixa tudo para depois, tem dificuldade de dizer não para os outros, quer agradar todo mundo ou sempre acha que as coisas boas e as oportunidades são apenas sorte que surge em sua vida, preste bem atenção: você pode estar sofrendo da chamada Síndrome do Impostor.

A Síndrome do Impostor é caracterizada por pessoas que têm tendência à autossabotagem e isso é muito sério, principalmente em tempos difíceis.

Entenda o que é Síndrome do Impostor, a sensação de que a qualquer momento alguém vai descobrir que você é uma fraude.

Segundo estudos da psicóloga Gail Matthews, da Universidade Dominicana da Califórnia, nos Estados Unidos, a condição está ligada à alta competitividade do mercado e atinge 70% dos profissionais.

Você pode perder ótimas oportunidade e ideias criativas, simplesmente por sofrer essa síndrome.

A Síndrome do Impostor é aquela insatisfação recorrente com o seu próprio desempenho, que se soma à falta de valorização dos seus resultados.

Pessoas com essa autopercepção atribuem o sucesso de suas conquistas a fatores como ajuda de terceiros, momentos oportunos, conexões, coincidências, carisma e outros elementos que não possuem relação com seu esforço pessoal.

Isso pode ocorrer em todos os aspectos da sua vida, seja no campo social, profissional, pessoal ou no aprendizado constante, atrapalhando e muito na prosperidade.

Algo bem interessante — e daí vem o nome impostor — é que essas pessoas que desenvolvem essa síndrome “temem ser descobertas como fraudes”. Por não confiarem em suas próprias habilidades e intelecto, acreditam que os demais podem chegar à conclusão de que, na verdade, não são capazes de atingir o nível de excelência atribuída a elas. Assim, serão acusadas de enganarem a todos.

Quem não acredita nas coisas positivas e está sempre esperando o pior de si mesmo, sem perceber, está se autossabotando e tende a não conseguir cumprir seus projetos ou tarefas simples entrando, assim, em um ciclo de negatividade constante.

Quem não enxerga seu próprio valor acaba não se sentindo merecedor das coisas boas que a vida traz. É como receber uma benção divina, mas ao invés de ficar feliz, se sente não merecedor e acaba sofrendo por isso.

A Síndrome do Impostor faz com que suas vítimas não consigam perceber o valor das suas habilidades e competências e elas acabam se colocando numa espécie de vigília negativa, num temor intermitente de serem consideradas “uma fraude”.

Texto: William Sanches - Terapeuta e autor de mais de 20 livros. Especialista em Comportamento Humano e Reprogramação Neurolinguística.

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Fonte: Lara Comunicação



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