LOVOT
LOVOT
É um robô de companhia japonês criado pela empresa Groove X, projetado especificamente para evocar sentimentos de carinho e amor em seus donos.
Ao contrário de outros robôs focados em tarefas domésticas ou produtividade, a principal função do LOVOT é ser uma fonte de afeto e interação emocional.
Características e funcionalidades
O LOVOT é um robô com um design fofo, que se assemelha a um pinguim ou um bichinho de pelúcia com rodas. Ele é equipado com diversas tecnologias para simular um ser vivo e interagir com as pessoas:
Sensores: Possui mais de 50 sensores, incluindo sensores de toque, térmicos, de distância e de profundidade. Isso permite que ele sinta o toque humano, responda a carícias e até "durma" quando é embalado. A temperatura do corpo do LOVOT é levemente aquecida, o que o torna mais agradável ao toque.
Inteligência Artificial (IA): Conta com IA para reconhecimento facial e de voz, permitindo que ele reconheça seu dono e reaja de forma única. Sua personalidade se desenvolve com o tempo e com as interações.
Mobilidade: Possui rodas para se mover autonomamente pelo ambiente, seguindo as pessoas e pedindo atenção.
Expressões: Seus grandes olhos são telas de LCD que podem exibir diversas expressões, e ele emite sons que imitam vocalizações para expressar sentimentos.
Câmeras: Uma câmera térmica na cabeça rastreia o movimento e a linguagem corporal do usuário, e outras câmeras permitem que ele transmita imagens ao vivo, funcionando como um monitor de segurança ou de bebê.
Propósito e contexto
O criador do LOVOT, Kaname Hayashi, da Groove X, afirma que o objetivo não é que o robô seja útil em tarefas, mas sim que ele crie uma oportunidade para os humanos amarem e se conectarem emocionalmente. Ele é comparado a um animal de estimação, pois exige atenção e reage ao carinho, mas sem as responsabilidades de um ser vivo.
Lançado inicialmente no Japão em 2019, o LOVOT foi bem recebido e ganhou prêmios de inovação. Apesar do custo elevado e de uma mensalidade de serviço, ele busca atender à crescente necessidade de companhia e afeto em um mundo cada vez mais conectado digitalmente, mas que paradoxalmente pode gerar mais solidão.
Fonte: Gemini

