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App criado por mãe dá dicas para manter as crianças seguras na internet

App criado por mãe dá dicas para manter as crianças seguras na internet

16/03/2020 Divulgação

Recentemente, megaoperação contra pornografia infantil prendeu 251 pessoas e traz alerta para os pais

App criado por mãe dá dicas para manter as crianças seguras na internet

Cerca de 24,3 milhões de crianças e adolescentes, com idade entre 9 e 17 anos, são usuários de internet no Brasil, o que corresponde cerca de 86% do total de pessoas dessa faixa etária no país. A informação consta na pesquisa TIC Kids Online Brasil. Com a facilidade de acesso, os pais passam a se preocupar ainda mais com os perigos do mundo digital. Recentemente, uma megaoperação da polícia civil contra pornografia infantil prendeu 200 pessoas espalhadas pelo Brasil todo. 

De acordo com Luiza Mendonça, educadora parental e fundadora do AppGuardian - aplicativo de conexão entre pais e filhos que oferece ferramentas para auxiliar as famílias nas mudanças de hábitos digitais -  é fundamental que os pais passem a acompanhar e conhecer a rotina dos seus filhos na internet. “A tecnologia conecta nossos filhos ao mundo, mas ela não precisa ser a vilã. Pelo contrário, a tecnologia tem sido uma aliada em diversas tarefas rotineiras, aproximando  cada vez mais pais e filhos. A criação do app tem o intuito de manter os pais atualizados sobre o que os filhos estão acessando e também ajudá-los a conhecerem melhor como eles são por “trás da telinha”, explica Luiza. 

Para deixar as crianças mais seguras na internet, acompanhe alguns cuidados simples que podem ajudar. Confira:

Diálogo em primeiro lugar!

O primeiro passo para manter a criança segura na internet é o diálogo entre pais e filhos. Para se conectar melhor com a garotada é essencial que os pais saibam o que eles andam fazendo na internet e fora dela também. Uma dica importante: procure saber quais são os youtubers que seu filho mais curte, além de hobbies, gostos musicais e quais séries e programas ele gosta de assistir. Não deixe de passar um tempo com seu filho e procure estar sempre atento às suas atividades (online e offline). 

Estipule limites!

A Organização Mundial de Saúde orienta que para crianças a partir dos 5  anos de idade o ideal é limitar o tempo de exposição às mídias ao máximo de 2 horas por dia (incluindo computador, celular, tablets e televisão). Já para os adolescentes, é preciso ficar de olho e não deixá-los isolados nos seus quartos ou permitir que ultrapassem as horas saudáveis de sono para ficar na internet. 

Atenção com a postagem de fotos!

Uma das dicas da especialista é o cuidado ao postar fotos nas redes sociais e até mesmo enviar para amigos. Devemos sempre evitar fotos com logomarca de escola ou que indique o endereço de casa e se a criança está sozinha ou acompanhada, se está triste ou depressiva. Outro ponto são fotos em poses sensuais, com roupas que mostrem boa parte do corpo ou até mesmo ‘nudes’. Em um mundo cada vez mais conectado, orientar os filhos sobre esses temas é fundamental. “Os pais devem orientar seus filhos para que eles tomem cuidado e pensem antes de enviar qualquer foto ou mensagem pelo celular. É preciso também ficar atento às redes sociais, como por exemplo, o Tik Tok, um dos aplicativos mais baixados do mundo”, explica Luiza.

Fique de olho no comportamento do seu filho!

Educadores e psicólogos garantem que o quarto trancado é um dos maiores perigos de hoje em dia, já que na web o adolescente pode ter acesso a conteúdos inapropriados. Mudanças bruscas, apesar de não comprovarem que algo de errado está acontecendo, podem representar fortes alertas para os pais. Voltar a fazer xixi na cama, ter brincadeiras violentas e até medo de ficar sozinho com adultos, ou apresentar problemas na escola são alguns destes sinais e merecem atenção.

Caso preciso, aposte na tecnologia como aliada!

Para auxiliar os pais a organizarem melhor a rotina digital dos filhos , uma alternativa é apostar em apps de controle parental. Um exemplo é o AppGuardian, que permite que os pais bloqueiem o acesso dos filhos a alguns apps do celular e tenha acesso a rotina dos filhos nos dispositivos móveis - possibilitando, inclusive, que só a função do telefone para ligações fique ativa. Com a tecnologia é possível ter acesso a um relatório informando o tempo que a criança passou no Youtube e demais redes sociais, além de um calendário para organizar a rotina da criança ou do adolescente em relação ao uso da internet.

Fonte: Agência NoAr



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