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Do offset para o online

Do offset para o online

27/06/2019 Diego Luz

A transformação digital chegou para o setor gráfico.

Junho é o mês que celebra as empresas gráficas, mas neste ano o dia 24 é ainda mais significativo para o setor.

Mais do que nunca, ficou claro que a tecnologia se tornou uma importante aliada deste mercado e, graças a ela, prazos foram reduzidos, a qualidade chegou a um novo patamar e cada vez mais itens passaram a compor o portfólio destes players.

De acordo com um estudo recente elaborado pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica (ABIGRAF), a produção industrial do setor movimentou R$ 46,7 bilhões em 2018.

Ainda segundo o levantamento, as embalagens já representam 48,6% de participação no volume de impressões, seguidas pelo mercado editorial – livros, revistas, publicações e manuais – com (21,6%).

Mas o que a transformação digital tem a ver com isso? É simples. Antigamente, para receber, produzir e entregar um pedido, as gráficas precisavam receber os clientes em suas lojas, dependiam de ligações telefônicas e quase não tinham flexibilidade para atender a determinadas demandas, principalmente as menores, assim como oferecer diferentes tipos de materiais.

Graças à tecnologia, uma democratização aproximou não só empresas e empreendedores que começaram a contar com a indústria gráfica como um parceiro estratégico para seus negócios, mas também pessoas físicas que precisavam encomendar produtos personalizados, de flyers e embalagens até itens eletrônicos, tudo por meio de alguns cliques na internet.

No entanto, o papel da tecnologia vai muito além da etapa dos pedidos. A ABIGRAF estima que mais de 80% do segmento é composto por microempresas.

A outra parte que busca expansão, diversificação de portfólio ou o atendimento a outras praças tende a se beneficiar com essa variedade de canais, já que as conexões vêm ficando mais simplificadas.

Neste contexto, a indústria gráfica consegue impactar uma série de públicos, de designers a lojas de bairro, de empreendedores a grandes redes do País.

Uma marca que atua com franquias, por exemplo, pode acionar parceiros para criar um canal próprio na web em que o franqueado tem acesso às especificações técnicas de uma marca mãe que quer padronizar seus pontos de venda e encomendar os materiais sem passar pela matriz.

Olhando para os benefícios, é possível notar ganhos inimagináveis até alguns anos atrás. Primeiro que a participação da internet no segmento permite que as empresas atinjam uma nova audiência e ampliem seu potencial de negócios.

Além disso, as vendas passam a ser feitas nas mais diversas tiragens, com preços competitivos e alta qualidade. Sem falar no avanço tecnológico dos equipamentos essenciais para o andamento de toda essa cadeia.

O mais empolgante neste cenário é ver que a transformação digital não se limitou ao mundo dos eletrônicos, ao varejo ou aos setores mais óbvios.

Ela chegou também a um segmento que não tinha grandes esperanças no campo da inovação. Se antes a primeira impressão era a que marcava, agora é o primeiro clique, a primeira personalização, a primeira experiência.

* Diego Luz é CEO da Printi.

Fonte: Printi



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