Grupo WhatsApp

Gregos antigos, redes sociais e mercado editorial

Gregos antigos, redes sociais e mercado editorial

01/03/2020 Tânia Lins

Na Grécia Antiga, entre os séculos 8 a.C. e 2 a.C., os gregos recorriam ao Oráculo de Delfos para receber previsões sobre o futuro, orientações e conselhos.

Na atualidade, de forma prática, consultamos o Google para todas as nossas indagações ou, pelo menos, parte delas.

Perguntamos tudo para o site de busca mais popular do mundo, desde o significado de uma palavra até se devemos adquirir determinado produto.

Quem diria que, em tão pouco tempo, nos tornaríamos tão adaptados à tecnologia oriunda do advento da internet? E, mais, pautaríamos nossas escolhas e determinaríamos nossa relação de consumo nas pesquisas que realizamos diariamente no mundo virtual?

Essa estreita relação que temos com a internet e as redes sociais ultrapassou a esfera da pessoa física para alcançar a pessoa jurídica.

Diante da crise que se instaurou no mercado editorial, marcada principalmente pelo pedido de recuperação, em 2018, das duas principais livrarias do país –  Cultura e Saraiva – grande parte das editoras decidiu buscar novos modelos de negócios para a visibilidade de seu produto, que não podia mais contar apenas com as vitrines e gôndolas das grandes redes comerciais.

Agora, mais do que nunca, é necessário apostar nas mídias sociais como ferramenta de marketing e divulgação de produtos e para identificar o perfil de leitores, que estão atentos aos comentários de outros internautas, lendo resumos e críticas sobre autores e suas obras.

Porém, frente a essa nova realidade, não basta criar conteúdo e despejá-lo nas redes sociais; é preciso que ele seja relevante e esteja relacionado a assuntos de interesse do stakeholder da casa editorial.

As mudanças ocorrem diariamente; mais e mais editoras têm apostado em conteúdo digital para conhecer os hábitos e o gosto de leitura de seus clientes e para estreitar os laços de interação entre eles e os autores.

Há alguns anos, por exemplo, a única forma de um fã conhecer seu autor predileto era por meio de eventos no mundo “real”, hoje, no entanto, essa interação ocorre no mundo virtual por meio das redes sociais e de outras ferramentas on-line.

É tempo de abandonar velhos conceitos, descartar ideias ultrapassadas e caminhar rumo ao futuro, utilizando ferramentas digitais e tornando sua editora participativa nas redes sociais, pois o leitor está cada vez mais ativo e vai atrás das informações nos canais em que confia.

Aposte em conteúdo de qualidade, compartilhe informações relevantes, engaje sua editora em ações sociais e lembre-se de que o seu produto não é somente o livro, pois o mundo carece de conhecimento e de pessoas que propaguem boas ideias.

Esse é seu papel na construção de um mundo mais inclusivo. E aí, convencido? Então responda: você já alimentou suas redes hoje?

* Tânia Lins é formada em Administração de Empresas e pós-graduada em Língua Portuguesa e Comunicação Empresarial e Institucional.

Fonte: Frida Luna Boutique de Comunicação



A virada fiscal: como a reforma tributária impulsiona a digitalização das empresas

A preparação para a reforma tributária começa pelo mapeamento minucioso dos fluxos críticos.

Autor: Cláudio Costa


Como adentrar no universo 4.0 com confiança e sem hesitação

A digitalização na Indústria deixou de ser tendência e passou a requisito para a competividade.

Autor: Hernane Cauduro

Como adentrar no universo 4.0 com confiança e sem hesitação

Presença digital não basta: como transformar visibilidade em negócios

Toda empresa hoje está praticamente inserida no ambiente digital por um perfil institucional no LinkedIn, Instagram, Tic Toc, X, ou com seu próprio site ou canal no Youtube.

Autor: Marcelo Freitas

Presença digital não basta: como transformar visibilidade em negócios

UFMG cria app para reabilitar homens

App IUProst®, 100% brasileiro e gratuito, usa gamificação para reabilitar pacientes de câncer de próstata com incontinência urinária e sexual.

Autor: Divulgação

UFMG cria app para reabilitar homens

Por que as empresas estão investindo em MDM (Mobile Device Management)

Com o avanço do trabalho remoto e o uso crescente de dispositivos móveis nas empresas, aumenta também a preocupação com a segurança e a gestão desses equipamentos.

Autor: Paulo Amorim

Por que as empresas estão investindo em MDM (Mobile Device Management)

Golpes digitais crescem: como a geração 50+ se protege

Cerca de 24 milhões de brasileiros foram vítimas de fraudes financeiras envolvendo Pix ou boletos no último ano.

Autor: Divulgação

Golpes digitais crescem: como a geração 50+ se protege

Brasil concentra 90% dos ataques cibernéticos da América Latina

Além da vulnerabilidade técnica, a falta de cultura de proteção é o principal problema no Brasil.

Autor: Divulgação

Brasil concentra 90% dos ataques cibernéticos da América Latina

Mensagens de WhatsApp fora do expediente podem gerar processo trabalhista?

Suéllen Paulino listou quais medidas devem ser tomadas caso o funcionário esteja recebendo mensagens corporativa.

Autor: Divulgação

Mensagens de WhatsApp fora do expediente podem gerar processo trabalhista?

Dia do Idoso: dicas para não cair em golpes financeiros

Banco aposta na educação digital para ajudar os idosos a identificarem riscos e evitarem prejuízos.

Autor: Daniele Ferreira

Dia do Idoso: dicas para não cair em golpes financeiros

TJMG alerta para golpes que usam o nome da instituição

Cidadãos devem verificar mensagens por canais oficiais.

Autor: Divulgação

TJMG alerta para golpes que usam o nome da instituição

O golpe ainda é o mesmo

O avanço da tecnologia e as novas ferramentas financeiras criaram novos jeitos de aplicar velhos golpes.

Autor: Divulgação

O golpe ainda é o mesmo

O poder oculto das plataformas de conteúdo no setor financeiro

O setor de Bancos, Serviços Financeiros e Seguros (BFSI) lida diariamente com dados de clientes, contratos regulatórios e transações em tempo real.

Autor: Marcos Pinotti

O poder oculto das plataformas de conteúdo no setor financeiro