Grupo WhatsApp

Aplicação do neuromarketing para ampliar assertividade dos resultados

Aplicação do neuromarketing para ampliar assertividade dos resultados

21/06/2022 Beth Fontanelli

É importante a compreensão e aplicação dos fundamentos do neuromarketing.

O criador do termo é o professor Ale Smidts, da Erasmus University, na Inglaterra. Entretanto, quem disseminou a prática foi o médico Gerald Zaltman, pesquisador de Harvard, nos Estados Unidos. Ele utilizou equipamentos de ressonância magnética para pesquisas com fins mercadológicos.

Ao fazê-lo, permitiu medir impulsos cerebrais diante de estímulos visuais e auditivos, nem sempre externados ou verbalizados.

Embora não sejam captados em entrevistas ou percebidos de modo claro, são muito fortes e influenciam bastante as decisões e o comportamento.

As reações dos indivíduos a cores, sons, sabores, atitudes, formas geométricas e variações estéticas são informações preciosas para que o marketing e a propaganda ganhem eficácia.

Afinal, trata-se de desejos puros, que não passaram pelo crivo e ponderações introspectivas das pessoas antes de falarem ou exporem seus pensamentos e emoções.

Não creio que somente as técnicas desenvolvidas pelo doutor Gerald Zaltman sejam suficientes para subsidiar o processo de desenvolvimento de um produto ou serviço e/ou uma bem-sucedida campanha de propaganda e marketing.

No entanto, sua aplicação simultânea a uma pesquisa de mercado bem-feita pode ajudar a melhorar a performance das equipes da área, maximizar os resultados e até mesmo aumentar a rentabilidade do negócio, pois revela impulsos fortes e influentes nas decisões de compra.

Acredito, também, que as técnicas de neuromarketing, no âmbito de uma estratégia de pesquisa de mercado, melhorem a percepção da experiência dos clientes.

Captá-la e processá-la é cada vez mais relevante, pois antes do consumidor está o cidadão, a ser respeitado, entendido e atendido em suas expectativas, dentre as quais está um olhar mais engajado e voltado para o social, o ecológico, o pluralismo e a diversidade.

A tecnologia permite infinitos cruzamentos de informações e conclusões mais assertivas. Contudo, por mais bem realizado que tenha sido o trabalho, não se deve esquecer a importância de testar um produto ou serviço antes de lançá-lo.

Muitas vezes, as pressões mercadológicas, a disputa com a concorrência ou a pressa em ocupar novos nichos levam as empresas e equipes de marketing a queimarem etapas, reduzindo o alcance dos resultados.

Deve-se considerar que, num cenário de mercados muitos competitivos e de uma sociedade cada vez mais exigente quanto à qualidade, origem dos produtos, valores e compliance das marcas, é fundamental a utilização de ferramentas que tornem o marketing mais eficaz.

É nesse contexto que se insere o neuromarketing, um novo recurso para que as empresas possam atender de modo mais preciso aos anseios e desejos de seus consumidores e clientes.

* Beth Fontanelli é sócia-diretora de Marketing & Comunicação da KPMG no Brasil e na América do Sul.

Para mais informações sobre neuromarketing clique aqui…

Publique seu texto em nosso site que o Google vai te achar!

Fonte: Ricardo Viveiros & Associados - Oficina de Comunicação



Para onde caminha a humanidade?

O pragmatismo está ampliando a confrontação econômica. Novas formas de produzir e comercializar vão surgindo com mais rigidez e agilidade.

Autor: Benedicto Ismael Camargo Dutra


Reforma Tributária: mudança histórica ou novo capítulo do caos fiscal

A Reforma Tributária entra na fase prática em 2026 com a criação do IBS e da CBS, que passam a incidir com alíquotas reduzidas.

Autor: Eduardo Berbigier


Austeridade fiscal, caminho obrigatório para ordem e progresso

Quando se aproximam as eleições, o brasileiro se pergunta se é possível ter um país melhor em condições de vida para todos os cidadãos. É o que se deseja.

Autor: Samuel Hanan


Impeachment não é monopólio

A decisão de Gilmar Mendes e o estrangulamento institucional.

Autor: Marcelo Aith


Nova lei da prisão preventiva: entre a eficiência processual e a garantia individual

A sanção da Lei 15.272, em 26 de novembro de 2025, representa um marco na evolução do processo penal brasileiro e inaugura uma fase de pragmatismo legislativo na gestão da segregação cautelar.

Autor: Eduardo Maurício


COP 30… Enquanto isso, nas ruas do mundo…

Enquanto chefes de Estado, autoridades, cientistas, organismos multilaterais e ambientalistas globais reuniam-se em Belém do Pará na COP 30, discutindo metas e compromissos climáticos, uma atividade árdua, silenciosa e invisível para muitos seguia seu curso nas ruas, becos e avenidas do Brasil e do mundo.

Autor: Paula Vasone


Reforma administrativa e os impactos na vida do servidor público

A Proposta de Emenda à Constituição da reforma administrativa, elaborada por um grupo de trabalho da Câmara dos Deputados (PEC 38/25) além de ampla, é bastante complexa.

Autor: Daniella Salomão


A língua não pode ser barreira de comunicação entre o Estado e os cidadãos

Rui Barbosa era conhecido pelo uso erudito da língua culta, no falar e no escrever (certamente, um dos maiores conhecedores da língua portuguesa no Brasil).

Autor: Leonardo Campos de Melo


Você tem um Chip?

Durante muito tempo frequentei o PIC da Pampulha, clube muito bom e onde tinha uma ótima turma de colegas, jogadores de tênis, normalmente praticado aos sábados e domingos, mas também em dois dias da semana.

Autor: Antônio Marcos Ferreira


Dia da Advocacia Criminal: defesa, coragem e ética

Dia 2 de dezembro é celebrado o Dia da Advocacia Criminal, uma data emblemática que, graças à união e à força da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas (Abracrim), integra o calendário oficial das unidades federativas do país.

Autor: Sheyner Yàsbeck Asfóra


STF não tem interesse – nem legitimidade – em descriminalizar aborto

A temática relativa ao aborto e as possibilidades de ampliação do lapso temporal para a aplicação da exclusão de ilicitude da prática efervesceram o cenário político brasileiro no último mês.

Autor: Lia Noleto de Queiroz


O imposto do crime: reflexões liberais sobre a tributação paralela nas favelas brasileiras

Em muitas comunidades brasileiras, especialmente nas grandes cidades, traficantes e milicianos impõem o que chamam de “impostos” – cobranças sobre comerciantes, moradores e até serviços públicos, como transporte alternativo e distribuição de gás.

Autor: Isaías Fonseca