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Como será o ano de 2025?

Como será o ano de 2025?

13/01/2025 Benedicto Ismael Camargo Dutra

O que acontecerá neste ano que começa agora? De acordo com a Lei da Criação, cada povo receberá o que fez por merecer. As sementes darão a respectiva colheita.

A humanidade deveria viver feliz e progredir material e espiritualmente, construindo e beneficiando a Terra, sua morada temporária, para alcançar fortalecimento e desenvolvimento espiritual, mas agarrou-se à riqueza material perecível.

Um exemplo é o do Brasil, a Terra de Vera Cruz, vista no passado pelos europeus como a grande colônia, com muito ouro e demais riquezas para serem extraídas.

Atualmente, as notícias são pesadas. A subida do dólar mexe com tudo. Prevista há décadas, a guerra cambial ganhou novos ingredientes e avança provocando estragos.

O Brasil, afetado pela desvalorização cambial de 27% em 2024, começa a sentir os efeitos na alta de preços que reduz o poder de compra da população em geral, que nunca teve um ambiente estável para alcançar a evolução. 

A civilização se assentou sobre o dinheiro e o poder que ele confere, o que gerou a ganância e a desequilibrada situação da economia global.

Quando o ser humano coloca como prioridade obter dinheiro a qualquer custo, surge a exploração egoística do homem e da natureza pelo próprio homem, e a civilização tende a se desestruturar. E não é isso que já está acontecendo nas nações?

Os seres humanos foram conduzidos para encarnação na Terra como meio para vivenciar e se fortalecerem espiritualmente, trazendo essa energia para a matéria para beneficiá-la e humanizá-la. Contudo, foram saindo dessa rota.

Desde os anos 1800, o planeta vem sendo dominado pelos criadores da civilização voltada para o dinheiro e poder como prioridade absoluta, acima do atendimento das necessidades da humanidade e, cada vez mais, foram assumindo o controle das riquezas e tudo o mais, mas a miséria e a decadência se espalharam pela Terra gerando caos e desordem, e não há perspectiva de como retornar à naturalidade das leis da Criação.

No entanto, estas, em sua atuação, trarão a renovação em meio aos estrondos e catástrofes antes de impor a paz aos homens de boa vontade.

A ciência econômica se dedicava à produção de bens para atender às necessidades humanas diante de um ambiente de escassez.

A guinada para o dinheiro e o poder pôs essa meta em plano secundário; muito dinheiro foi direcionado para a produção de armamento destrutivo e agora o planeta enfrenta o desequilíbrio econômico sem que se saiba como restabelecer a naturalidade.

A estupidez dos homens está no auge. Houve milhares de mortos nas guerras do século 21 e prosseguem os testes com novas armas.

A situação piora enquanto, em paralelo, se ampliam as divergências econômicas e monetárias sem solução à vista.

Muito se fala das guerras: Europa, OTAN, China, Rússia, Oriente Médio. As armas são poderosas. Mas quais são as reais motivações que movem as potências? O que os líderes querem?

Interesses econômicos, militares, tudo pelo poder e dominação? Os americanos cansaram de guerras. Taiwan e Israel, dois destaques que estão a encobrir as cobiças maiores.

A doutrina que Jesus queria que os seres humanos compreendessem bem se constitui na atuação das leis universais da Criação, formadas pela perfeita Vontade de Deus, explicadas por Ele por meio de parábolas através de imagens da natureza.

“Seja feita a Vossa Vontade assim na Terra como no Céu”. Mas os humanos queriam viver de acordo com a sua egoística vontade materialista.

Apesar de tudo, Feliz Ano Novo ansiando a paz! Que o Brasil, a Terra de Vera Cruz, se torne o verdadeiro lar de seres humanos. Saúde, Sabedoria e Alegria para todos nós.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP.

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Fonte: Silvia Giurlani



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