Grupo WhatsApp

Não deixe o medo da mudança te paralisar

Não deixe o medo da mudança te paralisar

29/06/2022 Alessandra Augusto

Muitas pessoas não gostam de mudanças, pois as obrigam a sair da zona de conforto. Neste lugar, tudo funciona.

Os pensamentos e comportamentos não provocam nenhum tipo de medo, ansiedade ou risco.

Mudar é modificar. Isso se aplica à mudança de escola, de trabalho e de qualquer ambiente familiar para outro que seja desconhecido. No entanto, estamos nesta vida para viver inúmeras experiências. Todas elas têm começo, meio e fim.

Muitas vezes não saímos da zona de conforto por medo do desafio. Somos incentivados desde pequenos a ganhar. Temos uma comemoração excessiva quando temos bons resultados.

Às vezes, por medo de não obter uma vitória, a pessoa não se lança aos novos desafios. O medo tira a capacidade da proatividade da audácia e com isso gera a autossabotagem em relação a novas experiências.

Esse medo paralisante aparece mais na idade adulta. Por exemplo, a infância e a adolescência são momentos de viver as experiências.

Costumamos até dizer que os mais jovens são mais audaciosos, porque eles trazem esse incentivo de ganhar de forma mais intensa.

Porém, quando se entra em contato com a realidade e percebe que nem sempre vai ser vitorioso, percebe que nem sempre irá obter o resultado esperado.

Para se lançar em novas experiências é preciso conhecer as próprias competências, saber as habilidades que possui. O autoconhecimento é muito importante nessa hora.

Mas caso perceba que não consegue fazer algo sozinho, procure um profissional de saúde mental para ajudar a entender suas habilidades e talentos.

A partir do momento que a pessoa conhece melhor a si mesmo, descobre o seu potencial e aumenta a autoconfiança, além de diminuir o medo do novo.

Quando o medo é superado e a zona de conforto abandonada, há a sensação de bem-estar, além de melhorar a autoestima e o amor próprio.

Outro fator importante é a proatividade. Essa é uma habilidade que nos impulsiona para sair da zona de conforto e nos empurra na direção das mudanças.

Há momentos na vida que sentimos a necessidade de nos “mover”, de fazer algo diferente. Quem para no conhecimento e no aprendizado fica estagnado e acaba parando para a vida. O indivíduo que deixa de sonhar acaba morrendo para a vida.

Mas como ajudar quem enfrenta esse tipo de medo? A família e os amigos podem comentar sobre a admiração que tem pela pessoa, reforçando atitudes positivas, fazendo elogios e incentivando novos planos.

Sendo alguém visionário ou fantasiosa, não importa. Deve-se sempre incentivar. Muitos sonhos vieram através de uma mudança, trouxeram bons resultados e se tornaram um sucesso. Dê sempre uma palavra de incentivo e reforce.

A pessoa que está buscando realizar algo precisa de palavras positivas. Mas é importante que saiba que caso não dê certo, ela tem com quem contar.

* Alessandra Augusto é formada em Psicologia, Palestrante, Pós-Graduada em Terapia Sistêmica e Pós-Graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental e em Neuropsicopedagogia.

Para mais informações sobre medo clique aqui…

Publique seu texto em nosso site que o Google vai te achar!

Fonte: Agência Drumond



Para onde caminha a humanidade?

O pragmatismo está ampliando a confrontação econômica. Novas formas de produzir e comercializar vão surgindo com mais rigidez e agilidade.

Autor: Benedicto Ismael Camargo Dutra


Reforma Tributária: mudança histórica ou novo capítulo do caos fiscal

A Reforma Tributária entra na fase prática em 2026 com a criação do IBS e da CBS, que passam a incidir com alíquotas reduzidas.

Autor: Eduardo Berbigier


Austeridade fiscal, caminho obrigatório para ordem e progresso

Quando se aproximam as eleições, o brasileiro se pergunta se é possível ter um país melhor em condições de vida para todos os cidadãos. É o que se deseja.

Autor: Samuel Hanan


Impeachment não é monopólio

A decisão de Gilmar Mendes e o estrangulamento institucional.

Autor: Marcelo Aith


Nova lei da prisão preventiva: entre a eficiência processual e a garantia individual

A sanção da Lei 15.272, em 26 de novembro de 2025, representa um marco na evolução do processo penal brasileiro e inaugura uma fase de pragmatismo legislativo na gestão da segregação cautelar.

Autor: Eduardo Maurício


COP 30… Enquanto isso, nas ruas do mundo…

Enquanto chefes de Estado, autoridades, cientistas, organismos multilaterais e ambientalistas globais reuniam-se em Belém do Pará na COP 30, discutindo metas e compromissos climáticos, uma atividade árdua, silenciosa e invisível para muitos seguia seu curso nas ruas, becos e avenidas do Brasil e do mundo.

Autor: Paula Vasone


Reforma administrativa e os impactos na vida do servidor público

A Proposta de Emenda à Constituição da reforma administrativa, elaborada por um grupo de trabalho da Câmara dos Deputados (PEC 38/25) além de ampla, é bastante complexa.

Autor: Daniella Salomão


A língua não pode ser barreira de comunicação entre o Estado e os cidadãos

Rui Barbosa era conhecido pelo uso erudito da língua culta, no falar e no escrever (certamente, um dos maiores conhecedores da língua portuguesa no Brasil).

Autor: Leonardo Campos de Melo


Você tem um Chip?

Durante muito tempo frequentei o PIC da Pampulha, clube muito bom e onde tinha uma ótima turma de colegas, jogadores de tênis, normalmente praticado aos sábados e domingos, mas também em dois dias da semana.

Autor: Antônio Marcos Ferreira


Dia da Advocacia Criminal: defesa, coragem e ética

Dia 2 de dezembro é celebrado o Dia da Advocacia Criminal, uma data emblemática que, graças à união e à força da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas (Abracrim), integra o calendário oficial das unidades federativas do país.

Autor: Sheyner Yàsbeck Asfóra


STF não tem interesse – nem legitimidade – em descriminalizar aborto

A temática relativa ao aborto e as possibilidades de ampliação do lapso temporal para a aplicação da exclusão de ilicitude da prática efervesceram o cenário político brasileiro no último mês.

Autor: Lia Noleto de Queiroz


O imposto do crime: reflexões liberais sobre a tributação paralela nas favelas brasileiras

Em muitas comunidades brasileiras, especialmente nas grandes cidades, traficantes e milicianos impõem o que chamam de “impostos” – cobranças sobre comerciantes, moradores e até serviços públicos, como transporte alternativo e distribuição de gás.

Autor: Isaías Fonseca