Grupo WhatsApp

Os dados estão maiores… e mais inteligentes!

Os dados estão maiores… e mais inteligentes!

13/06/2022 Maria Cristina Diez

Ter um banco de dados próprio sempre foi um recurso valioso para qualquer empresa.

É lá que o gerenciador responsável por sua interpretação consegue extrair informações precisas que indicam o caminho por onde a empresa deve trilhar.

Mas há um processo em evolução que está tornando os bancos de dados cada vez mais intensos e comunicativos, convertendo-os em subsídios ainda mais poderosos para o universo corporativo.

Há pouco tempo, manusear um banco de dados significava trabalhar com uma quantidade considerável de informações, mas que exigiam um trabalho acurado para converter os números aparentemente aleatórios em fontes de estratégias para os gestores.

Por isso, os profissionais em regra eram quase que exclusivamente especialistas em TI, altamente capacitados em processamento de dados e em gestão.

Hoje esse tipo de manuseio se expandiu e os próprios sistemas converteram-se em ferramentas mais simples e, portanto, mais compreensíveis ao uso irrestrito de outros profissionais.

A revolução digital permitiu o acesso mais fácil a esses bancos, que vêm ganhando upgrades importantes nos últimos anos: o fluxo de informações é mais intenso e atualizado, e oferece insights que os tornam mais ativos no processo de decisão das corporações.

Esse avanço vem fazendo o business intelligence (BI), antes passivo e restrito “somente” ao monitoramento, à coleta e, em último caso, ao cruzamento de dados, evoluir a ponto de dar respostas imperativas em suas interpretações.

Não por acaso, esse tipo de inteligência artificial (IA) vem sendo chamada de inteligência ativa, pois tem como peculiaridade sua capacidade de fornecer em tempo real informações com poder de nortear alguns passos estratégicos.

Esses comandos são dados não necessariamente por intermédio da cognição humana, mas por meio de automações programadas para identificar e responder com comandos importantes determinadas conjunturas.

Desta forma, podemos antever um futuro em que as decisões empresariais sejam conduzidas por uma inteligência duplamente ativa, visto que poderá dominar gradativamente os processos por meio de ferramentas de machine learning, tornando ainda mais eficazes suas respostas diante de um cenário apresentado pelos dados.

As primeiras grandes experiências desse processo sugerem uma combinação de métricas que analisam dados históricos e atuais, indicando uma evolução que permite uma leitura mais pontual.

O disparo dessas ações mostra, portanto, que a própria forma adotada pelas empresas de interagir e de aprimorar as experiências do seu público-alvo pode ser determinada por tecnologias que tendem a avançar ainda mais nos próximos anos.

É um sinal evidente de que uma nova forma de gestão também promete nascer e invadir as empresas. E só sobreviverá quem estiver mais preparado e aberto a essas transformações, inclusive aos “conselhos” das máquinas.

* Maria Cristina Diez é diretora comercial e de marketing da Most Specialist Technologies.

Para mais informações sobre dados clique aqui…

Publique seu texto em nosso site que o Google vai te achar!

Fonte: Naves Coelho Comunicação



Para onde caminha a humanidade?

O pragmatismo está ampliando a confrontação econômica. Novas formas de produzir e comercializar vão surgindo com mais rigidez e agilidade.

Autor: Benedicto Ismael Camargo Dutra


Reforma Tributária: mudança histórica ou novo capítulo do caos fiscal

A Reforma Tributária entra na fase prática em 2026 com a criação do IBS e da CBS, que passam a incidir com alíquotas reduzidas.

Autor: Eduardo Berbigier


Austeridade fiscal, caminho obrigatório para ordem e progresso

Quando se aproximam as eleições, o brasileiro se pergunta se é possível ter um país melhor em condições de vida para todos os cidadãos. É o que se deseja.

Autor: Samuel Hanan


Impeachment não é monopólio

A decisão de Gilmar Mendes e o estrangulamento institucional.

Autor: Marcelo Aith


Nova lei da prisão preventiva: entre a eficiência processual e a garantia individual

A sanção da Lei 15.272, em 26 de novembro de 2025, representa um marco na evolução do processo penal brasileiro e inaugura uma fase de pragmatismo legislativo na gestão da segregação cautelar.

Autor: Eduardo Maurício


COP 30… Enquanto isso, nas ruas do mundo…

Enquanto chefes de Estado, autoridades, cientistas, organismos multilaterais e ambientalistas globais reuniam-se em Belém do Pará na COP 30, discutindo metas e compromissos climáticos, uma atividade árdua, silenciosa e invisível para muitos seguia seu curso nas ruas, becos e avenidas do Brasil e do mundo.

Autor: Paula Vasone


Reforma administrativa e os impactos na vida do servidor público

A Proposta de Emenda à Constituição da reforma administrativa, elaborada por um grupo de trabalho da Câmara dos Deputados (PEC 38/25) além de ampla, é bastante complexa.

Autor: Daniella Salomão


A língua não pode ser barreira de comunicação entre o Estado e os cidadãos

Rui Barbosa era conhecido pelo uso erudito da língua culta, no falar e no escrever (certamente, um dos maiores conhecedores da língua portuguesa no Brasil).

Autor: Leonardo Campos de Melo


Você tem um Chip?

Durante muito tempo frequentei o PIC da Pampulha, clube muito bom e onde tinha uma ótima turma de colegas, jogadores de tênis, normalmente praticado aos sábados e domingos, mas também em dois dias da semana.

Autor: Antônio Marcos Ferreira


Dia da Advocacia Criminal: defesa, coragem e ética

Dia 2 de dezembro é celebrado o Dia da Advocacia Criminal, uma data emblemática que, graças à união e à força da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas (Abracrim), integra o calendário oficial das unidades federativas do país.

Autor: Sheyner Yàsbeck Asfóra


STF não tem interesse – nem legitimidade – em descriminalizar aborto

A temática relativa ao aborto e as possibilidades de ampliação do lapso temporal para a aplicação da exclusão de ilicitude da prática efervesceram o cenário político brasileiro no último mês.

Autor: Lia Noleto de Queiroz


O imposto do crime: reflexões liberais sobre a tributação paralela nas favelas brasileiras

Em muitas comunidades brasileiras, especialmente nas grandes cidades, traficantes e milicianos impõem o que chamam de “impostos” – cobranças sobre comerciantes, moradores e até serviços públicos, como transporte alternativo e distribuição de gás.

Autor: Isaías Fonseca