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Como investir na bolsa de valores?

Como investir na bolsa de valores?

12/12/2019 Lucas Moura

Investir é uma prática fundamental na vida de qualquer pessoa.

A todo o momento, somos inclinados a tomar decisões sobre a melhor forma de investir nosso tempo, dinheiro, energia ou qualquer outro recurso que seja finito e possua valor, para nós mesmos e para a sociedade a qual fazemos parte.

Nossos investimentos quando bem-sucedidos tem o potencial de fazer com que nossos sonhos se realizem, e para que o sucesso ocorra, é fundamental ter um planejamento, assumir riscos controlados e que estes sejam monitorados, além de ter clareza quanto aos retornos que buscados ao realizar um determinado investimento.

Trazendo a conversa para o mundo da bolsa de valores, as características e atitudes citadas acima são essencialmente válidas, mas é importante acrescentar ainda um adjetivo que obrigatoriamente deve caracterizar o “investidor de bolsa”, ser prudente!

Atitudes impulsivas aumentam as chances de fazer com que um sonho vá para o ralo, trazendo prejuízos para aqueles aventureiros que dispensam a importância de um conhecimento prévio robusto e mais aprofundado sobre os investimentos em renda variável.

E que tomam atitudes errôneas e custosas, causadas pela falta de prudência e potencializadas pelo excesso de emoção na tomada de decisão.

Nos dias atuais, a tecnologia permite o acesso ao mercado de bolsa por meio de poucos cliques na tela de smartphones, computadores ou tablets.

A facilidade para investir, somada ao momento de “Bull Market” atual da bolsa brasileira e taxas de juros nas mínimas históricas, contribuem para despertar o interesse de novos investidores, o que pode se confirmar olhando para o grande número de novos CPFs cadastrados no mercado de bolsa nos últimos anos.

Os motivos pelos quais investidores aplicam no mercado de renda variável são muitos, incluindo o ganho no curto prazo, a conquista de capital no longo prazo via acúmulo de dividendos pagos por empresas e fundos imobiliários, proteção contra as variações cambiais, juros e preço de commodities, entre outros. Esse mercado permite aos investidores infinitas possibilidades quando bem operado.

Pense em uma empresa que você admira e acredita que a mesma possui um grande potencial de gerar lucros no futuro. Além disso, está bem organizada financeiramente e possui uma gestão eficiente a frente do negócio.

Pense também naquele fundo imobiliário que possui ativos bem atrativos, como os grandes galpões de logística, shopping centers e grandes prédios modernos e exuberantes.

A probabilidade de algumas dessas empresas admiráveis, possuírem ações listadas em bolsa, assim como os ativos imobiliários que fazem os seus olhos brilharem, fazerem parte de fundos também listados, é grande.

Isso significa que por meio do mercado de bolsa de valores, você como investidor têm a oportunidade de se tornar sócio de algumas das melhores e maiores empresas nacionais, assim como a de ser cotista e receber aluguéis, isentos de imposto de renda, provenientes de shoppings, grandes prédios e galpões.

Investir em commodities é outra das possibilidades existentes na bolsa. Nesse caso, muitos dos investidores utilizam o mercado para proteger o próprio negócio, negociando contratos futuros de compra e venda, para assim realizar um “hedge” (cerca na língua inglesa) sobre eventos previsíveis, como as sazonalidades, e também de ocorrências de difícil previsibilidade, como a variação cambial.

Esse último fator é essencial para muitos negócios e devido a ele, o mercado futuro de câmbio possui uma liquidez e volume de negociações muito alto. Vale reforçar que estes são apenas alguns exemplos.

Muitas vezes, os preços de contratos futuros, como o câmbio, índice e juros futuros inviabilizam a participação dos investidores nestes mercados.

Uma opção para as pessoas que querem investir utilizando um capital menor e objetivam lucrar com as dinâmicas do mercado por meio da especulação, é o mercado de minicontratos.

Investir no mercado de bolsa exterior é possível? A resposta é sim! Através dos chamados Brazilian Depositary Receipt (BDR), ativos negociados na bolsa brasileira, que permitem ao investidor local adquirir e investir em empresas de fora do país.

O conhecimento suficiente para ser bem-sucedido no mercado de bolsa, seja por meio do investimento no mercado à vista ou mercado de futuros, é característica daqueles que se dedicam a estudar as regras e padrões existentes na bolsa de valores, e que também possuem o conhecimento sobre os diversos tipos de ativos.

Para aqueles que ainda não começaram, mas pretendem se juntar a milhões de pessoas que já investem por meio da bolsa de valores (B3), entre brasileiros e estrangeiros, o entendimento sobre os riscos de mercado e custos para se operar – como as taxas de corretagem e emolumentos –, devem ser previamente sabidos.

A corretagem pode ser verificada através das corretoras. Em nosso caso, a XP Investimentos. Para se informar sobre os emolumentos incorridos nos distintos mercados de bolsa, o investidor deve consultar o site da B3.

Assim, para auxiliar tanto aquele que está iniciando o seu processo de exposição à bolsa de valores, como aquele mais experiente e consciente dos riscos existentes e retornos possíveis neste mercado, contar com uma assessoria de investimentos potencializará as chances de sucesso do investidor no curto e longo prazo, auxiliando-o através do conhecimento sobre o mercado e os ativos negociáveis, além de proporcionar um suporte operacional para os assessorados.

* Lucas Moura é assessor de investimentos da Monteverde Investimentos.

Fonte: Naves Coelho Comunicação



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