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Cresce o apelo por Family Office

Cresce o apelo por Family Office

12/11/2019 Carlos Henrique Chaves Pessoa

Nos últimos anos, uma modalidade de assessoria de investimentos e planejamento patrimonial cresceu muito dentre as famílias brasileiras de maior renda.

Conhecidas popularmente, como “Family office” ou, oficialmente, como gestoras de recursos, são escritórios especializados em atender todas as demandas referentes aos investimentos e questões patrimoniais da classe mais abastada da população.

Segundo o jornal Valor Econômico, em julho de 2019, o volume de recursos atendidos por essa classe de assessoria atingiu R$ 170,70 bilhões de reais, só no Brasil.

Há pouco tempo, os principais bancos eram as únicas opções possíveis, contudo, nos últimos anos, o Brasil vem passando por um fenômeno semelhante ao que já aconteceu em outros países, em especial nos Estados Unidos e na Europa.

A migração das instituições tradicionais para o “Family office” são motivadas por uma série de fatores, mas, principalmente pelo alinhamento de interesses, isenção, transparência, conhecimento técnico, planejamento patrimonial e jurídico, exclusividade e sofisticação.

O alinhamento de interesses é o primeiro ponto importante e o principal motivo desse fenômeno mundial. Uma gestora de recursos deve respeitar uma série de leis, dentre as quais, não receber nenhum tipo de comissionamento, corretagem ou rebate na alocação da carteira de investimentos de seus clientes.

Todo e qualquer benefício da gestão patrimonial deve ser revertido para a carteira do cliente. Dessa forma, as famílias sabem exatamente quanto estão pagando por essa gestão patrimonial.

Em muitos casos, os escritórios são remunerados pela rentabilidade do portfólio dos investimentos, quanto maior o rendimento da carteira, melhor para a “Family office” e também para o investidor.

O modelo bancário é completamente antagônico, os clientes não sabem quanto pagam aos bancos e são sempre confrontados com produtos caros e ineficientes, mesmo nas classes mais altas.

Outro importante motivo pela procura das gestoras de patrimônio é o desejo de ter um time especializado, técnico e capaz de gerir os recursos com competência.

Os gerentes de bancos, na maioria dos casos, não possuem formação suficiente, para gerir com competência o patrimônio de seus clientes.

Porém, nos escritórios dessas gestoras é possível encontrar pessoas formadas nas melhores escolas de negócios e de gestão do mundo, formando equipes qualificadas, com currículos vastos e grandes equipes técnicas.

Tudo isso se reflete em carteiras mais sofisticadas, exclusivas e desenhadas especificamente para cada família, algo que os bancos não conseguem entregar.

O público de alta renda também está à procura de outros serviços além de assessoria de investimentos. Geralmente, o planejamento tributário e de sucessão também pesa na decisão de ser assessorado por um “Family office”.

Ajudar no processo de sucessão patrimonial ou no planejamento tributário, se mostra tão importante quanto gerir bem os recursos das carteiras dos clientes.

É muito comum encontrar esses serviços na prateleira dessas instituições, provendo soluções específicas para cada família, reduzindo custos com inventários, otimizando pagamentos de impostos e organizando a passagem de bastão das pessoas e famílias.

Segundo o órgão regulador americano SEC (U.S. Securities and Exchange Commission), 95% dos recursos financeiros do público de alta renda americana estão alocados em instituições financeiras independentes, e apenas 5% permanecem nos bancos.

É possível que esse fenômeno se repita por aqui, pessoas e famílias buscam melhor atendimento, sofisticação e alinhamento de interesse.

* Carlos Henrique Chaves Pessoa é Gestor de Recursos e CEO da Vêneto Gestão de Recursos.

Fonte: Naves Coelho Comunicação



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