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Economia 4.0 e os novos desafios para as lideranças nas empresas

Economia 4.0 e os novos desafios para as lideranças nas empresas

25/10/2022 Heloísa Caroline Sebold da Silva

Como sobreviver e sair mais forte das transformações?

Economia 4.0 e os novos desafios para as lideranças nas empresas

A Economia 4.0 traz novos processos e fluxos de trabalho, utilizando a tecnologia como principal ferramenta.  Com ela, vêm os desafios da transformação digital, da abertura para a inovação, do trabalho remoto, da atração e retenção de talentos. Como sobreviver e sair mais forte dessas transformações?

Alguns exemplos de como a tecnologia mudou ferramentas já estabelecidas e fez com que o mercado tivesse que se adaptar são as criptomoedas, o metaverso, a inteligência artificial e até os novos aplicativos de streaming.

O avanço exponencial das empresas de tecnologia e sua força no mercado demonstram a clara necessidade que as empresas têm de se adaptar às novas tendências. O uso dessas novas tecnologias visa à redução de custos operacionais e facilitar o acesso de consumidores e clientes ao serviço prestado pela empresa.

Com a inclusão dessas novas metodologias, outro assunto que vem à tona é a aplicação das metodologias ágeis, antes usadas apenas nos setores de tecnologia e inovação e hoje presentes em atividades mais tradicionais, como a advocacia.

Importante mencionar que, com o avanço da automação de serviços que antes eram manuais, o talento acaba sendo mais valorizado. Logo, não é mais preciso saber de tudo, mas, sim, entender como utilizar aquela ferramenta de automação de maneira correta.

Ao contrário do senso comum, de que a automação de processos acabaria extinguindo diversos empregos, o que se verifica é o movimento contrário, o aumento de vagas, justamente para profissionais capacitados nas áreas de tecnologia. Um grande exemplo são os profissionais voltados diretamente para o desenvolvimento e análise de dados internos, que buscam dentro da rotina de uma empresa a melhor forma de automatizar um serviço.

A tecnologia não deve ser vista como substituta de um colaborador, mas como instrumento potencializador, valorizando o profissional pela atividade desenvolvida de forma conjunta, já que o uso das novas ferramentas e automações vem para facilitar o trabalho. Inclusive, tem o objetivo de fazer com que o funcionário utilize o tempo de trabalho de forma mais ágil.

Pesquisa feita pelo Portal da Indústria mostrou que 21,8% das empresas usarão algum método de tecnologia com o objetivo de automatizar seus processos internos até 2027, principalmente para melhorar a gestão da produção e dos negócios, ampliar o relacionamento com clientes e fornecedores e até mesmo no desenvolvimento de produtos. 

Um grande desafio para o empresário é se preocupar justamente com a adaptabilidade de seu negócio para o futuro, devendo não somente investir nas ferramentas, mas também na capacitação de seu colaborador, para que a equipe possa gerir essas ferramentas de forma bem-sucedida, utilizando e potencializando os talentos que já existem dentro da empresa.

Ou seja, para acessar a economia 4.0, a empresa deve ter líderes dispostos a fazer adequações que visam ao crescimento da empresa, à adequação ao mercado e à utilização das novas tecnologias. Será preciso investir nos colaboradores e talentos, para que não vejam essas ferramentas como substituição de seu trabalho. Além de tudo, investir em capacitação interna para que a tecnologia seja grande aliada no trabalho.

*Heloísa Caroline Sebold da Silva é advogada no Rücker Curi Advocacia e Consultoria Jurídica.

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Fonte: Literal Link Comunicação Integrada



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