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Fundos imobiliários e as expectativas para 2020

Fundos imobiliários e as expectativas para 2020

12/02/2020 Rafael Rodrigues

2019 foi um ano de muitas oportunidades na indústria de fundos imobiliários no Brasil.

Ao que tudo indica, em 2020, este movimento tende a continuar e com bastante intensidade.

Com as reduções das taxas de juros, a inflação sob controle e a retomada gradual do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), existe um cenário muito favorável para os investimentos em fundos imobiliários, e isso fez com que esta classe de ativos, passasse a atingir novos patamares em 2019.

Para se ter uma ideia desse crescimento, no primeiro trimestre do ano passado, o volume médio de negociações diárias das cotas dos fundos, girava em torno 46 milhões de reais, já em dezembro, esse volume subiu para 114 milhões.

Outro dado relevante, foi o aumento do número de investidores, que subiu de 100 mil para 573 mil. Por fim, tivemos a entrada de novos fundos na indústria, elevando o número de 168 – registrado no início do ano –, para 206 fundos imobiliários listados na bolsa brasileira.

E para 2020 o otimismo continua. O crescimento econômico aliado a taxas de juros mais baixas, favorecem, principalmente, os fundos imobiliários que têm na composição de seu portfólio, galpões logísticos, shoppings e lajes corporativas. Esses que são setores ligados diretamente ao desenvolvimento econômico do país.

No setor de shoppings devemos ter uma atenção especial, já que com a retomada da economia será possível perceber um maior potencial de consumo da população, beneficiando diretamente esse tipo de fundo, e, obviamente, os seus investidores.

Uma vantagem a ser observada em fundos de shoppings centers, é que os seus dividendos se originam de mais de uma fonte.

Além dos aluguéis dos espaços físicos das lojas, os investidores também recebem os rendimentos de parte do faturamento dos estabelecimentos, como também da receita gerada da operação dos estacionamentos.

Um exemplo desse tipo de fundo é o XP Malls (XPML11), que possui um portfólio com 12 ativos, cujo foco é, principalmente, o público de alta renda.

Em breve, este mesmo fundo também terá em sua carteira o “Cidade Jardim Shops”, localizado no bairro Jardim América, em São Paulo.

Existe também uma expectativa bastante positiva por parte dos analistas, para a categoria de fundos de lajes corporativas.

Estes fundos atualmente, possuem grande parte de seus imóveis localizados na cidade de São Paulo, principalmente, nos endereços mais cobiçados pelas empresas como as avenidas Brigadeiro Faria Lima, Engenheiro Luís Carlos Berrini, Paulista e Presidente Juscelino Kubitschek, com a qualidade construtiva de alto padrão.

Um bom exemplo de fundos com essas características é o CSHG Real Estate (HGRE11), que possui mais de 90% de seus ativos concentrados na capital paulista.

Para finalizar, outros fundos de investimentos imobiliários a serem observados são os dos galpões logísticos. Para essa classe de fundos, é muito importante estar atento às localizações dos ativos que compõem a sua carteira e os seus acessos às grandes cidades.

De forma geral, os ativos mais procurados se encontram a um raio de até 30 Km dos grandes centros urbanos, principalmente, na região metropolitana da cidade de São Paulo, onde se encontra a maior massa consumidora do país.

Para o ano de 2020, o fundo CHS Logística (HGLG11), prevê uma oferta de mais de 1 bilhão de reais para a ampliação de sua carteira de ativos.

Os fundos mencionados neste artigo não devem ser considerados sob nenhuma hipótese como recomendações e sim uma mera citação de algumas opções disponíveis no mercado.

Por isso, é muito importante o auxílio de um profissional da área de investimentos para a montagem de um portfólio diversificado, alinhado com os objetivos e perfil do investidor.

* Rafael Rodrigues é assessor de investimentos da Atrio Investimentos.

Fonte: Naves Coelho Comunicação



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