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A marcha das Vadias e 1984

A marcha das Vadias e 1984

02/10/2014 Natália Vilarouca

Abro o navegador, acesso um site de notícias e lá estão elas novamente: as vadias.

Mulheres de seios à mostra e axilas peludas. Estavam segurando cartazes defendendo aborto pago pelo SUS, culpando o capitalismo por seus corpos não corresponderem ao ideal de beleza e xingando muito.

Passo a mão rapidamente nos cabelos, coloco a mão do queixo e quase caio da cadeira quando leio as frases: "seios nus viram arma política", "também sinto calor". A conclusão óbvia a que se chega é que querem retirar a conotação sexual do seio feminino. No mesmo instante imaginei meus seios sendo tocados como se fossem qualquer parte não sexualizada do meu corpo, como meu braço. Imaginei usar um decote e isso causar efeito algum. Por alguns instantes me vi como um ser sem identidade feminina e a ligação mental com a personagem Júlia do romance 1984 de George Orwell foi inevitável.

Júlia é amante de Winston e ambos estão buscando uma forma de derrotar o sistema criado pelo Grande Irmão. O ambiente é sufocante e todos estão sendo vigiados. Os dois fazem sexo furtivamente em ambientes escolhidos a dedo para que não possam ser encontrados pelo Estado. Num desses raros momentos, Júlia traz para o ninho secreto deles muitas coisas do mercado negro. Não só coisas básicas como café, dessa vez Júlia consegue trazer saltos, batom e outros apetrechos femininos.

Ela se delicia então ao poder "vestir-se como uma mulher". Retirar a diferença entre homem e mulher para que pouco a pouco a libido seja reduzida e para que as pessoas não sintam mais prazer ao realizarem sexo é uma das estratégias do Grande Irmão. O objetivo é matar qualquer ideia de liberdade e qualquer força que seja forte o suficiente para se contrapor a ideia de dominação. Assim narra Winston, ou mais ou menos assim, já que não estou copiando, mas forçando minha memória.

Diante desses termos só me resta ficar assustada perante um movimento que se diz libertador, mas que esconde em suas entranhas o objetivo de nos fazer perder a identidade. O feminismo surgiu com a ideia de igualar homem e mulher, para que esta última usufruísse de direitos iguais. Nada mais justo. O problema é que este movimento foi encabeçado por mulheres que estavam sem parâmetros. Não sabiam pra onde iam, nem o que estavam fazendo. Daí passaram a imitar os passos masculinos sob o pretexto de alcançarem assim a liberdade.

Quem não sabe para onde vai, segue alguém. E como não sabem o que estão exatamente fazendo, são massa fácil de manobra. No caso, massa de manobra daqueles que desejam ver o Estado inchar. Não é por menos que as pautas feministas envolvem maior número de políticas públicas para mulheres. Cota para mulheres, aborto pelo SUS, aumento de artigos na Lei Maria da Penha.

O que não passa de uma forma de trocar a outrora proteção masculina pela proteção do Estado. E como a história sempre se repete, não duvido nada que mais uma vez elas, as feministas, sejam traídas por seus comparsas anti-capital, tal qual Stálin fez. É que a verdadeira liberdade feminina só sobreveio com a liberdade econômica experimentada por algo que elas tanto detestam: o capitalismo.

*Natália Vilarouca é Acadêmica de Direito da Universidade de Fortaleza e Articulista do Instituto Liberal.



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